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SOLUÇÃO SECTORIAL

Gestão de processos e software para laboratórios médicos.

Num laboratório, os erros raramente começam no analisador — começam nos passos à volta dele: um tubo mal etiquetado, uma rejeição sem motivo registado, um resultado divulgado sem revisão, um valor crítico comunicado por telefone e nunca anotado. Tenderely BPM liga esses passos num fluxo sem código, para que desde a aceitação da amostra até ao relatório final cada passo fique registado com quem o manipulou.

Ilustração isométrica de um analista de laboratório num microscópio e um especialista a rever resultados

O que é que um laboratório faz diariamente?

01
Registo e pedidos de testes
O doente ou a instituição requisitante são registados e os testes solicitados são recolhidos num único pedido. Um pedido em falta ou incorreto quebra toda a cadeia desde o início.
02
Aceitação e rejeição de amostras
Cada tubo que chega é ligado ao seu pedido por código de barras. Quando uma amostra é rejeitada, o motivo — hemólise, coagulação, volume insuficiente, tubo errado — tem de ser registado.
03
Análise e aprovação do especialista
Um número do analisador ainda não é um resultado. Até que um especialista o reveja e aprove, o relatório não deve chegar ao doente ou ao médico.
04
Notificação de valores críticos
Um resultado crítico vai para o médico sem demora, e quem foi avisado, quando e se confirmou deve ficar por escrito.
05
QC interno e calibração
Os resultados de controlo são registados diariamente para cada instrumento e teste, e as datas de calibração são rastreadas. Num dia em que o controlo falha, os resultados dos doentes não devem ser divulgados.
06
Instituições e entrega de relatórios
As amostras de instituições requisitantes são rastreadas separadamente; cada relatório deve chegar à pessoa certa no momento certo e precisa saber quem o recebeu.

Onde é que isto falha hoje?

As rejeições não são contabilizadas
«A amostra estava má» e pronto. Sem contar motivos, ninguém sabe qual instituição, qual transportadora ou que hora do dia causa o problema — logo continua a acontecer.
O passo de aprovação pode ser ignorado
Num dia ocupado um resultado pode sair sem um especialista o ver. Quando uma análise defeituosa chega ao doente, não pode ser retirada.
Valores críticos ficam ao telefone
O médico foi chamado e avisado, mas nada foi registado. Quando alguém depois diz «Nunca fui informado», o laboratório não tem prova.
QC vive num livro de registo
Os resultados de controlo estão em papel ou numa folha de cálculo separada. Até ao dia da auditoria, ninguém vê há quantos dias a deriva está a acontecer.

O que muda com Tenderely BPM

01
Um percurso do pedido ao relatório
Doente, pedido, amostra, resultado e relatório são ligações na mesma cadeia. Qual tubo passou pelas mãos de quem e quando, fica rastreável.
02
Nenhum resultado sai sem aprovação
A aprovação do especialista é um passo no fluxo, e o relatório não abre até estar completo. A regra não fica ao critério das pessoas — vive no sistema.
03
Valores críticos tornam-se um processo
Um resultado crítico vai para o médico como notificação, a confirmação é registada e só depois o registo fecha. Quem avisou quem e quando fica documentado.
04
QC é diário e visível
Os resultados de controlo são introduzidos com os seus valores-alvo e um resultado fora do intervalo chega direto à pessoa certa. As próximas calibrações são lembradas.
05
Questões tornam-se um painel de controlo
Volume diário de amostras, taxa e motivos de rejeição, aprovações pendentes, carga de trabalho por instituição — deixam de ser um relatório que solicita e tornam-se números que estão simplesmente lá.
PERGUNTAS FREQUENTES

Existe uma configuração de laboratório pré-pronta?

+
Sim. O pacote Medical Laboratory instala com formulários, fluxos e um painel de controlo já no lugar, para que uma configuração funcional abra em minutos. Depois ajusta a sua lista de testes, passos de aprovação e motivos de rejeição ao seu próprio laboratório e publica — o pacote é um ponto de partida, não uma limitação.

Consegue conectar-se a analisadores?

+
Não é um controlador de instrumento que fala diretamente com o analisador. Os resultados podem ser introduzidos manualmente, trazidos por importação de ficheiro em massa ou recebidos através de API e webhooks recebidos — se o seu middleware ou LIS consegue enviar resultados, o fluxo pode ser alimentado daí.

As instituições e médicos requisitantes conseguem ter acesso?

+
Se quiser. Uma instituição requisitante ou médico pode ser ligado como utilizador externo vinculado que vê apenas os pedidos que enviou e os relatórios aprovados — nunca os dados internos do laboratório.

Os dados dos doentes estão seguros e em conformidade?

+
Os dados são mantidos privados da sua empresa e as permissões por unidade, função e campo decidem quem vê o quê. Em formulários marcados como sensíveis cada visualização é registada, logo é auditável quem abriu qual resultado.